Sobre a senff

Risco de crédito

A Resolução 4.557 do Conselho Monetário Nacional institui a estrutura de gerenciamento de riscos e a estrutura de gerenciamento de capital. A estrutura da Instituição é compatível com a natureza das nossas operações e a complexidade dos produtos e serviços trabalhados. No gerenciamento dos riscos são adotadas políticas de concessão baseadas na avaliação da capacidade financeira dos clientes, sendo que o nível de exposição das carteiras é definido através dos fatores de ponderação de risco definidos pelo Banco Central do Brasil. A concentração da carteira é constantemente avaliada para evitar os riscos.

Risco de Mercado

A estrutura de Gerenciamento de Risco de Mercado é suportada por políticas, procedimentos e sistemas consistentes que consideram as mais diversas fontes de riscos permitindo uma avaliação e controle de seus principais determinantes. No gerenciamento de risco são classificados os fatores de ocorrência e seus limites de exposição que constantemente são monitorados e atualizados de acordo as movimentações da carteira.

Risco operacional

A estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional assegura políticas e procedimentos de identificação, avaliação e classificação de riscos operacionais, proporcionando um ambiente adequado para o gerenciamento, monitoramento consistente e a apresentação de soluções permanente. Essas premissas permitem também a identificação de eventuais fragilidades e melhoria nos processos de controle, garantindo assim melhor desempenho de maneira mais eficiente. A estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional está em total aderência à Resolução 4.557 do Conselho Monetário Nacional.

Risco socioambiental

O gerenciamento do risco socioambiental da instituição considera sistemas, rotinas e procedimentos que possibilitam identificar, classificar, avaliar, monitorar, mitigar e controlar o risco socioambiental presente nas atividades e nas operações. E efetuada uma avaliação prévia dos potenciais impactos socioambientais negativos de novas modalidades de produtos e serviços, inclusive em relação ao risco de reputação, conforme Resolução 4.327 do Conselho Monetário Nacional.

Risco de liquidez

A Instituição está exposta ao risco de liquidez, que é definido como a possibilidade da Instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e de superar as inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas; e de não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. Para administrar a liquidez dos caixas em moeda nacional, são provisionadas as entradas e saídas de caixa, além do monitoramento diário dos limites mínimos do caixa e concentração de passivos, que permitem que as ações futuras sejam tomadas para garantir um caixa confortável.

Gerenciamento de capital

A Instituição adota uma postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. O gerenciamento de capital ocorre de forma contínua, com processos de: (i) . monitoramento e controle do capital mantido pela instituição. (ii) . avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita. (iii) . planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição.